A Antaq aprovou um estudo inédito que mapeia os riscos e desafios que podem impactar a competitividade e a eficiência dos portos brasileiros na próxima década.




O que foi Divulgado:
- Estudo “Riscos Globais Portuários” da Antaq;
- Objetivo: Apoiar o planejamento estratégico do setor até 2035;
- Foco em: Resiliência, Competitividade e Gestão de Riscos.
0s 06 fatores críticos de risco identificados pelos especialistas:
- Instabilidade política;
- Conflitos Geoeconomicos;
- Excesso de regulação;
- Aumento da carga tributária;
- Falhas em infraestruturas digitais críticas;
- Interrupções nas cadeias globais de suprimentos.
As mudanças climáticas lideram as preocupações até 2035. Os maiores desafios ambientais incluem fatores como eventos climáticos extremos, elevação do nível do mar, erosão costeira, escassez de recursos naturais e exigências de descarbonização do transporte marítimo.
Nos desafios ligados à digitalização, há preocupações com investimentos em cibersegurança, proteção das infraestruturas críticas, integração dos sistemas operacionais e capacitação para automação e inteligência artificial.
Para uma prestação de serviços eficiente e atualizada, faz-se necessária uma contínua modernização portuária, com maior foco em eficiência operacional e preparação para mudanças nas rotas globais do comércio.
Numa leitura de mercado rápida, sobre o relatório, depreende-se que resiliência passa a ser tão importante quanto capacidade operacional. Para manter a competitividade, tecnologia e sustentabilidade serão fatores decisivos. Os portos precisarão adaptar-se a um ambiente global mais complexo e imprevisível.
O estudo evidencia que os portos brasileiros precisarão investir fortemente em tecnologia, segurança, sustentabilidade e gestão de riscos para enfrentar desafios como: mudanças climáticas, digitalização, tensões geopolíticas e transformações nas cadeias globais de suprimentos até 2035.
Fonte: Modais em Foco / Antaq / Boletim Delmar